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Bndes prevê aporte de R$ 4 trilhões até 2017

Em que pese as dificuldades de curto prazo, o Brasil tem um conjunto de investimentos projetados para o futuro, afirmou, no final do último semestre, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Luciano Coutinho. Referindo-se ao estudo de perspectivas de investimentos da instituição de fomento, Coutinho destacou a estimativa de cerca de R$ 4 trilhões em investimentos de 2014 a 2017.

“Apesar das dificuldades, a confiança de que o País tem uma senda de crescimento viável, com grande conjunto de projetos com taxa de retorno satisfatória, permanece”, afirmou Coutinho, em palestra na Rio Conferences, promovido pela agência de promoção de investimentos Rio Negócios, na qual destacou os projetos previstos para o Rio de Janeiro, sobretudo a infraestrutura associada ao setor de petróleo e gás.

Segundo Coutinho, apesar dos desafios de curto prazo, os desembolsos do banco estatal, neste ano, serão apenas “um pouco menores” do que em 2013. O banco emprestou R$ 190 bilhões em 2013. A previsão inicial para 2014 era de R$ 150 bilhões, sem contar com novos aportes do Tesouro. Diante, porém, da freada brusca dos investimentos no primeiro trimestre — destaque negativo do PIB —, o governo definiu uma nova injeção de recursos no banco, no valor de R$ 30 bilhões. Com mais recursos disponíveis, Coutinho prevê agora chegar a um valor de empréstimos próximo ao de 2013. Para o presidente do banco, a ação foi necessária para suprir a carência de crédito privado.  “Nossa expectativa era que o mercado de crédito privado pudesse ter um papel mais expressivo, mas o que temos observado é um período de cautela”, disse.

Sem citar números, Coutinho disse que a “boa notícia” é que os pedidos de novos financiamentos (um termômetro dos investimentos na economia) “pararam de cair” e se estabilizaram em maio e junho. De janeiro a abril, as consultas a novos financiamentos recuaram 11%. Nesse período, os desembolsos do banco somaram R$ 58,9 bilhões.

Ao comentar esse número, Coutinho afirmou que “o esforço” será muito grande no segundo semestre para alcançar o mesmo valor de empréstimos de 2013. O executivo disse ainda que não há previsão de lançar uma linha de crédito para ajudar exportadores diante da crise argentina, que vive a possibilidade de uma nova moratória de sua dívida.

Fonte: Jornal do Comércio – Acesso em 10/11/2014 – http://goo.gl/SuQAZV

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